Na sua crónica semanal no jornal A Bola, Paulo Futre, vem relembrar um episódio da época 1985/1986 que viria a ser vencida pelo porto. Segundo Futre, este episódio, reporta-se a uma das "últimas jornadas, numa luta tremenda com o Benfica pelo primeiro lugar". Apesar de não ter treinado durante a semana, Artur Jorge viria a colocar Futre como titular na partida frente à Académica, acabando por se tornar decisivo. Este foi um jogo em que o árbitro da partida, assinalou dois penaltis a favor do porto, orgulhando-se Futre de ser "o número um a criar pénaltis". A partida encontrava-se empatada quando no "último segundo do jogo, entrámos dentro da área ao mesmo tempo. Ele (defesa da Académica), com medo, tentou aliviar. Percebi, estiquei a perna toda, meti o bico da bota e consegui tocar na bola antes dele. Depois dei um salto incrível. Era preciso ver a repetição três vezes para se perceber que ele não tinha tocado."
Tem sido assim ao longo dos últimos trinta anos, observando-se, com o renascimento do Benfica, um reforço do papel dos árbitros na decisão dos campeonatos.
É pena que as provas que existem e os vários testemunhos continuem a ser desvalorizados em prol de uma organização que muitos consideram perfeita.
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